Punição que gera inclusão: lei de Charles Santos transforma estádios em espaços de acolhimento para pessoas com TEA

Minas Gerais avança em uma pauta essencial de inclusão social e cidadania. Foi publicada a Lei nº 25.825, de autoria do deputado estadual Charles Santos, que garante a gratuidade de ingressos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras deficiências associadas à hipersensibilidade sensorial.
A proposta se destaca pelo caráter inovador ao transformar uma medida punitiva em oportunidade de inclusão. A legislação prevê que os ingressos sejam destinados justamente para partidas em que o clube mandante esteja cumprindo sanções, como perda de mando de campo ou jogos com portões fechados. O que antes significava arquibancadas vazias passa a representar um ambiente mais tranquilo, seguro e acessível para famílias que, muitas vezes, encontram barreiras para vivenciar o esporte.
Inclusão com acolhimento e segurança
A lei também assegura o acesso gratuito a pais, responsáveis ou cuidadores, garantindo o suporte necessário para que as pessoas com deficiência possam aproveitar a experiência com conforto e dignidade. A medida reconhece a importância do acompanhamento familiar, especialmente em contextos que exigem atenção a estímulos sensoriais.
Segundo o deputado Charles Santos, a iniciativa reforça o compromisso com uma sociedade mais justa:
“A proposta busca transformar um cenário de punição em uma oportunidade concreta de inclusão, fazendo do estádio um espaço de acolhimento e respeito às famílias mineiras.”
Compromisso com as pautas sociais
Coordenador e incentivador da Frente Parlamentar em Defesa da Família e da Vida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Charles Santos consolida, com essa iniciativa, sua atuação voltada à promoção da dignidade humana e à redução das desigualdades.
A nova lei representa um passo importante para ampliar o acesso ao esporte, ao lazer e à convivência social, especialmente para pessoas com TEA, que muitas vezes enfrentam desafios em ambientes com excesso de estímulos. Ao propor um ambiente mais controlado e inclusivo, Minas Gerais reafirma seu compromisso com políticas públicas que colocam as pessoas no centro das decisões.

